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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

COLUNISTA ZÓZIMO BARROSO DO AMARAL TEM LANÇAMENTO DA BIOGRAFIA EM BELO LIVRO DE JOAQUIM FERREIRA DOS SANTOS


De Luiz Carlos Lourenço 
Fotos de divulgação 


Renomado colunista do Jornal do Brasil e que se transferiu para o jornal O Globo onde trabalhou até sua passagem, em 1997, Zozimo Barroso do Amaral é o personagem de livro do também jornalista, escritor e colunista Joquim Ferreira do Santos – que deixou recentemente a Coluna Gente Boa, do Globo. Joaquim foi contratado para a tarefa pela Editora Intrinseca, num minucioso trabalho no qual dedicou três anos. 

O lançamento do livro " "ENQUANTO HOUVER CHAMPANHE HÁ ESPERANÇA"  acontece nesta quinta-feira, dia 3, na Livraria Travessa do Shopping Leblon, a partir das 19h30m.
Jornalista brasileiro nascido no Humaitá, cidade do Rio de Janeiro, considerado um dos modernizadores do colunismo social brasileiro, um estilo carioca, bem-humorado e mordaz de dar notícias. Entrou para a profissão no Jornal do Brasil (1963) e, depois, assumiu a coluna Carlos Swann (1965).





 Aos poucos construiu um novo estilo, que além de trazer os acontecimentos sociais, passou a inserir também notícias exclusivas, particularmente de política e economia. Durante o Regime Militar foi preso duas vezes por curtos períodos por causa de notas envolvendo militares. No Jornal do Brasil, onde trabalhou cerca de 25 anos, foi também coordenador de colunas e editor do Caderno B. Passou para O Globo (1993), no qual passou a assinar a coluna Zózimo e, quatro anos depois, morreu de câncer no pulmão, no Hospital Mount Sinai, em Miami, EUA, aos 56 anos. 




Esse colunista carioca fez escola no jornalismo brasileiro, com suas notas diárias cheias de humor sutil e elegância. Em 34 anos de profissão foram mais de 200 mil registros escritos em até dez linhas. Quatro anos depois de sua morte, o nome do colunista que era a cara do Rio de Janeiro, foi dado a um espaço no final do calçadão do Leblon, bairro nobre dessa cidade, início da subida da Av. Niemeyer. A estátua hiper-realista, reproduzindo o jornalista em tamanho natural 1,80cm, inspirou-se na imagem que ele tinha por volta dos seus 40 anos de idade.



Segundo o pesquisador e musicólogo Carlos Alberto Afonso, da Toca do Vinicius, o jornalismo brasileiro está de parabéns com este lançamento. " Nasceu o  rebento dignificante do que deve, resgatador do que deve, monumentalizador do que deve e, principalmente, inspirador a quem deve é lindo e saudável - segundo babada confissão paterna. 




Trata-se do "ENQUANTO HOUVER CHAMPANHE HÁ ESPERANÇA" um indiscutível, legítimo e melhor-tirado-impossível "PURO ZÓZIMO", uma biografia deste Jornalista lembrado - pelo mérito - sempre, por interesse da Sociedade, pela bela estátua que esta na Praia do Leblon. Aliás, LIVRO e ESTÁTUA são - ambos - instrumentos de monumentalização. E, agora, com a biografia de ZÓZIMO nas mãos, as gerações que não tiveram o privilégio de seu convívio poderão entender a dimensão do paradigma a ponto de, para inspirar pelo exemplo, ter virado estátua.



E continuou:  " a Livraria da Travessa do Shopping Leblon será a depositária de um dos mais fantásticos pulsadores corações cariocas. E o Jornalista super super que nos proporciona este ENCONTRO com passado, presente e futuro, Joaquim Ferreira Dos Santos, estará autografando este tão aguardado livro. Eu vou, inclusive, aproveitar o ensejo e dar uma exploradinha do autor. Simples. Novembro no pedaço... Natal a vista. O Livro, para dar de presente, eu o poderei comprar a qualquer hora, mas quero presentear a este ou aquela amigo com o autógrafo do Autor. Vou aproveitar a viagem para colocar um PURO ZÓZIMO no NATAL dos PUROS AMIGOS. "