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terça-feira, 8 de março de 2016

Ministério da Cultura e Banco Santander, apresentam



Marisa Orth e Stella Miranda em “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”Uma comédia musical adaptada do clássico do cinema espanhol de Pedro Almodóvar. Com versão brasileira e direção assinadas por Miguel Falabella, espetáculo chega ao Rio de Janeiro no dia 04 de março Depois de muito sucesso e casa lotada na temporada de estreia em São Paulo, “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” chega ao Rio de Janeiro. O espetáculo entra em cartaz para mais dois meses de apresentações no Teatro Oi Casa Grande, de 4 de março a 8 de maio, com sessões de sexta a domingo.No palco, a história de três mulheres com problemas amorosos se cruza e revela toda a complexidade dos relacionamentos e da vida feminina. Pepa (Marisa Orth), uma atriz que guarda em segredo sua gravidez, é abandonada pelo amante e se vê perdida. Candela (Helga Nemeczyk), sua melhor amiga, se apaixona por um terrorista e decide pedir ajuda a sua confidente temendo parar na cadeia como cúmplice. Lúcia (Stella Miranda), mulher do amante de Pepa, resolve se vingar do ex-marido nos tribunais depois de ter sido deixada por ele.



O resultado é um dia conturbado de encontros e desencontros, em um espetáculo que não deixa de lado o humor que conduz uma comédia musical.As principais figuras masculinas dessa narrativa são Ivan (Juan Alba), amante de Pepa e ex-marido de Lúcia, e seu filho Carlos (Daniel Torres), que acaba se envolvendo em toda a confusão quando sua noiva, Marisa (Carla Vazquez), bebe por engano um sonífero preparado por Pepa. Em “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”, não faltam a histeria, a obsessão e o drama de mulheres intensas e cheias de personalidade que chegam ao seu limite O espetáculo, que conta com o patrocínio direto do banco Santander, foi originalmente adaptado para o teatro na Broadway, em 2010, e chega ao Brasil pelas mãos de Miguel Falabella, que mantém todo o requinte do cinema de Almodóvar, do texto original de Jeffrey Lane e das letras e músicas David Yazbek. Em uma produção imperdível, o público brasileiro será capaz de se identificar e se divertir com a confusão amorosa vivida pelos protagonistas no ano de 1987, em uma das coberturas mais luxuosas da Espanha.Personagens à flor da pele Uma atriz intensa nos palcos e na vida. Pepa é a peça principal de tantos encontros e desencontros desse espetáculo. Apaixonada por seu amante de tantos anos, Ivan, perde o chão quando é abandonada por ele, mas não mede esforços para encontrá-lo – nem que para isso precise seguir sua ex-esposa.

Dando vida a essa espanhola tão passional, Marisa Orth conta que durante todo o espetáculo sua personagem beira o extremo: “A Pepa é meio trapalhona, coitada, mas tem um jeito de amar desesperado. Quando ela está chorando, o público está rindo; e quando está rindo, o público provavelmente estará chorando. E isso é uma coisa com a qual a mulher se identifica. Essa personagem mostra um carinho pela mulher e, ao mesmo tempo, uma autoavacalhação”.

Do lado oposto de Pepa está Lúcia, que viveu seu verdadeiro amor ao lado de Ivan, ainda que tenha sido tantas vezes deixada por ele em detrimento de uma nova aventura. A última delas (Pepa), no entanto, levou seu marido muitos anos atrás, o que a motiva a preparar uma vingança para ele nos
tribunais. Uma louca determinada, no fim das contas só quer de Ivan aquilo que mais anseia: tê-lo de volta. No meio desses dois furacões, Ivan é um sedutor que não liga tanto para as preocupações das mulheres à sua volta. Boa praça, ele se ocupa em seguir seus desejos amorosos, mesmo que desse modo acabe partindo corações.


Juan Alba dá o tom do personagem: “Ivan não está à beira de um ataque de nervos. Ele é um conquistador, um cara que não liga muito para o sentimento das mulheres. É ex-marido de Lúcia, vivia com Pepa mas resolve abandoná-la também e começar um novo relacionamento”, explica o ator.Essa história é interceptada por Candela, uma aspirante a modelo um tanto quanto desajeitada. Ao ver que se envolveu com um terrorista procurado em todo o país, ela corre para os braços de Pepa e mal repara no sofrimento da melhor amiga. Para ela, a qualquer momento a polícia estará em seu encalço. “Candela é ingênua e também está à beira de um ataque de nervos, como todas as outras mulheres do espetáculo. Ela se apaixona por vários homens e sempre se dá mal, até que um dia se envolve com um xiita que está sendo procurado pela polícia e vê que precisa de ajuda”, conta sua intérprete, Helga Nemeczyk.“Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” ainda tem espaço para o casal Carlos (Daniel Torres) e Marisa (Carla Vasquez). Os noivos estão às vésperas do casamento e a procura por um lugar para morar os leva até o apartamento de Pepa, a amante do pai de Carlos. Nessa visita eles conhecem também sua melhor amiga (Candela), que a essa altura está em prantos procurando ajuda.A casa de Lúcia também é bastante movimentada. Além de passarem por ali seu filho Carlos e Marisa – que não tem o apreço da futura sogra –, quem também aparece para algumas conversas é a advogada Paulina (Erika Riba).

Para defender a ex-mulher de Ivan nos tribunais ela precisa recolher todas as provas que conseguir, mas sem se comprometer demais no caso. Assistindo a todos os encontros e desencontros das casas de Lúcia e Pepa está o taxista vivido por Ivan Parente, uma espécie de narrador, que observa e interage com os personagens. “Ele é quase um psicólogo das pessoas que passam pelo seu táxi, isso o coloca dentro da história”, afirma Ivan, que interpreta o papel vivido pelo próprio Pedro Almodóvar no cinema.Preparação e bastidores No desafio de apresentar um musical à altura do filme que consagrou Pedro Almodóvar, toda a equipe somou esforços para realizar um trabalho impecável. Dos grandes números de produção à atuação do elenco em cena, passando pela direção de Miguel Falabella, “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” oferece à plateia um show de latinidade e irreverência.

Sob os olhos de Falabella, os atores ensaiaram seis dias por semana, durante sete semanas. O diretor conta quais foram as suas exigências para a versão brasileira do espetáculo, montado originalmente na Broadway: “O que exijo dos atores é seriedade, porque as situações são engraçadas, mas são de verdade. Essas mulheres são facilmente reconhecíveis. Os anglo-saxões não conseguem entender a ‘latinidade’ que o Almodóvar retrata, mulheres que saem chorando de madrugada para ver se o marido está com a amante. Por isso esse espetáculo tem tudo para ser melhor entendido aqui no Brasil”.Durante o musical os atores usam, ao todo, 150 itens de figurino inspirados nas combinações usadas na década de 80. Flores, bolas, listras e cores são misturados sem medo a formas geométricas e estampas variadas, em um rico trabalho do figurinista Fábio Namatame.


A cenografia conta com dois palcos giratórios que remontam uma exuberante Madrid da década de 80, além de colocar em cena uma moto e um carro (táxi) em tamanhos reais. Ao todo são retratados 25 lugares diferentes, entre apartamentos, cenas de rua e cabines telefônicas. Mecanismos de movimento e projeções ajudam nas transições de cena. “É um palco com muitos efeitos e movimentações alucinantes que exigem oito ou nove maquinistas operando. A cada cinco minutos tem uma mudança. Ao fundo há um skyline que mostra a cidade de Madrid”, detalha o cenógrafo J.C. Serroni. Serroni também elogia a equipe, que trabalha em sintonia: “É uma produção muito caprichada, que conta com mais de 30 pessoas trabalhando nos bastidores para sincronizar som, música, figurinos e cenografia. As cenas vão conquistar o público, porque tudo é engraçado, exagerado, mas tem qualidade. Realmente está sendo um grande desafio”, comenta.


Na parte musical, André Cortada adaptou a trilha sonora de David Yasbek para uma linguagem única, que foge ao resultado visto na Broadway e se aproxima de uma linguagem mais assimilável ao público brasileiro. “Temos canções bem latinas, com influência de salsa, mambo, e até mesmo um pouco da música brega espanhola. Meu trabalho é tentar amarrar tudo isso de forma coerente, mantendo o mesmo padrão de qualidade. Teremos músicas das mais lentas até as mais frenéticas”, explica André.Durante as canções, os atores se movimentam no palco em coreografias grandiosas, preparadas por Fernanda Chamma para funcionarem como uma continuidade do humor protagonizado em cena: “A gente trabalha o elenco com o movimento cênico dando continuidade à história e brincando com o chão e as paredes, que também se movem. Tudo dança em conjunto. É um duplo trabalho coreográfico, no qual tudo é cronometrado, num formato diferente do que já se viu. Com o Almodóvar tudo pode, com o Miguel então, vira loucura!”, conta a diretora de movimento.O resultado de todo trabalho por trás da coxia foi elogiado por Miguel Falabella, e o público vai conferir nos palcos: “É um espetáculo que vai chegar diretamente ao coração do público, não tenho dúvidas. Quando o espectador se reconhece no palco a montagem ganha um plus. Todos irão se emocionar e se divertir junto com os personagens. Se for mulher, vai se identificar na hora; se não, lembrará de alguém que conhece, com certeza”, vibra o diretor.

Números e curiosidades de uma superprodução

- 70 pessoas empregadas
- 336 horas de ensaio
- 150 itens de figurino
- 7 músicos na orquestra
- 4 toneladas de cenário
- 3 toneladas de equipamento de som
- 2,5 toneladas de equipamento de luz
- 20 trocas de cenário ao longo do espetáculo
- 1 táxi em tamanho real em cena
- 1 moto em cena
- Palco giratório
- Mapping (projeção) durante o espetáculo e nas transições de cenas

Período: 05 de março a 08 de maio de 2016
Local: Teatro Oi Casa Grande (Shopping Leblon – Rua Afrânio de Melo Franco,
290 – Leblon/RJ)
Horários: Sexta 21h; Sábado 17h30 e 21h30; Domingo 17h30
Duração: 2h30 (com intervalo)
Capacidade: 926 lugares
Preços dos Ingressos: de R$ 50,00 a R$ 180,00
Vendas pela bilheteria do Teatro Oi Casa Grande (aberta de terça a domingo, a
partir das 15h), sem taxa de conveniência. Pela internet, no site
www.ingresso.com, com taxa. Mais informações no telefone (21) 2511-0800.

Classificação etária: 12 anos Ficha Técnica:
Texto original: Jeffrey Lane
Música e letras originais: David Yazbek
Versão Brasileira e Direção: Miguel Falabella
Direção Musical: André Cortada
Direção de Movimento: Fernanda Chamma
Produção Geral: Sandro Chaim
Cenografia: J.C. Serroni
Figurino: Fábio Namatame
Visagismo: Dicko Lorenzo
Designer de Luz: Drika Matheus
Designer de Som: Gabriel D´Angelo
Videografismo e Projeções: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca
Vídeos de Cena: Luciana Ferraz e Otavio Juliano
Elenco: Marisa Orth, Stella Miranda, Juan Alba, Helga Nemeczyk, Daniel Torres,
Ivan Parente, Erika Riba, Carla Vazquez, Bruna Pazinato, Clara Verdier,
Giovana Zotti, Nay Fernandes Tassia Cabanas, Arízio Magalhães, Betto Marque,
Carlos Leça, Frank Tavantti, Kiko do Valle, Oscar Fabião.
Apresentador por: Ministério da Cultura e Banco Santander
Patrocínio: Lei de Incentivo à Cultura e Sulamérica
Transportadora Oficial: Avianca
Realização: Quote Produções, Espaço Bela Vista, Chaim Produções, Ministério
da Cultura e Governo Federal do Brasil - Pátria Educadora.

Fotos: Paprica Fotografia

Atendimento à Imprensa: Ju Mattoni Comunicação
Atendimento à Imprensa:
Juliana Mattoni – juliana@jumattoni.com
Kananda Raia – kananda@jumattoni.com
Paulo Pimenta – paulo@jumattoni.com
Laura Barbosa – laura@jumattoni.com
Tels: (21) 98109-8300 | (21) 98832-0803 | (21) 98117-0002 | (21) 99798-3005